Automação de bombas de combustível: vendas sem registo
A automação de bombas regista cada litro com produto, valor e turno; sem autorização do sistema, a bomba não abastece. Diferença face aos tanques e a EPDK.
O que faz a automação de bombas?
A automação de bombas liga as bombas do posto a um sistema central e regista cada venda na origem. Depois de as bombas passarem para o modo de automação, não conseguem fornecer combustível sem autorização do sistema. Assim desaparecem as vendas não registadas, as discrepâncias entre a caixa e a bomba e os erros causados pela introdução manual.
Para ver que equipamento é instalado nas suas bombas e com que marcas funciona: Sistema de automação de bombas PX
Como funciona?
Cada bomba é ligada ao armário de automação no edifício do posto. Quando um abastecimento começa, o sistema regista de imediato o produto, a quantidade, o valor, a pistola e a hora; quando termina, o registo é fechado e transferido para a caixa. O esquema de autorização varia consoante a forma de funcionamento do posto: venda livre, abertura com cartão de funcionário, autorização automática por identificação do veículo ou funcionamento pré-pago.
Diferença entre automação de bombas e de tanques
As duas são muitas vezes confundidas, mas medem lados diferentes:
- A automação de bombas (PX) mede o lado das vendas — quanto combustível saiu da pistola?
- A automação de tanques (TX) mede o lado do stock — qual é o nível físico no tanque?
O verdadeiro valor surge quando as duas funcionam em conjunto: compara-se «quanto vendi» com «quanto baixou o meu tanque». Se a diferença sair do limite esperado, há um problema — uma fuga, um erro de medição, um desvio de calibração ou uma perda.
O que evita?
- Vendas que não ficam registadas e faltas no fecho do turno
- Incoerências entre caixa e bomba e erros de introdução manual
- Perdas de stock que passam despercebidas (quando se comparam os dados das bombas e dos tanques)
- Responsabilidade indefinida por turno, funcionário ou veículo
A vertente regulamentar
Na Turquia, a automação nos postos de combustível é tratada no âmbito da regulamentação da EPDK (entidade reguladora do mercado de energia da Turquia); espera-se que os dados das bombas, dos tanques e das vendas sejam registados e mantidos disponíveis para inspeção. A obrigação de comunicação diária no âmbito da EPDK 1240 também é alimentada por estes dados — ou seja, a automação não é apenas controlo da operação, é um requisito de conformidade.
Não só para postos
As empresas que gerem o seu próprio consumo de combustível usam o mesmo esquema: fábricas, minas, estaleiros de obra, centrais de betão, portos, parques de frotas e locais com geradores. Aí o objetivo não é a venda, mas registar que veículo recebeu quanto combustível e quando.
Próximo passo
Para mais pormenores, consulte as páginas de automação de bombas e automação de tanques; para o enquadramento geral, o guia de automação de postos de combustível.